Transpiração excessiva? Conheça os tratamentos!

Hiperidrose, suor excessivo, ou transpiração excessiva, é uma disfunção habitual que ocasiona bastante desconforto. Estima-se que 2% a 3% dos americanos sofram de transpiração excessiva das axilas (hiperidrose axilar) ou das palmas e solas dos pés (hiperidrose palmo-plantar). Os problemas das axilas tendem a iniciar no fim da mocidade, ao passo que a transpiração excessiva da palma e da sola no geral começa mais cedo, em torno de treze anos (em média). Não tratados, estes problemas podem continuar durante a vida.
A transpiração é constrangedora, mancha roupas, estraga romances e complica negócios e interações sociais. Casos graves também são capazes de ter sérias consequências práticas, tornando difícil para as pessoas que sofrem com o problema segurar uma caneta, agarrar o volante do veículo ou apertar a mão de outros indivíduos.

O que causa Hiperidrose?

suor-excessivo Embora enfermidades neurológicas, endócrinas, infecciosas e outros problemas sistêmicos sejam capazes de, em certas ocasiões, causar hiperidrose, a grande parcela das manisfestações ocorre em indivíduos que têm muita saúde. A temperatura quente e as emoções são capazes de estimular a hiperidrose em algumas pessoas, porém muitos que manifestam hiperidrose sofrem em praticamente todos os momentos, apesar do seu estado emocional ou temperatura.

Qual é a maneira de tratar a hiperidrose?

Por meio de uma avaliação sistemática das causas e desencadeantes da hiperidrose, seguida de uma abordagem meticulosa e gradual para o tratamento, muitas pessoas com esse distúrbio enervante muitas vezes conseguem bons resultados e restauram a qualidade de vida.

Como tratar a Hiperidrose?

No momento em que os desodorantes regulares não conseguem tratar a Hiperidrose, a maioria dos médicos começa o tratamento sugerindo cloreto de alumínio hexa-hidrato. É ministrado antes da hora de dormir de 2 a 3 noites seguidas, depois aproximadamente de semana em semana. Utilize conforme recomendado pelo seu médico. Esse tratamento funciona demasiadamente bem para diversos pacientes cujo incômodo é transpiração demasiada das axilas.

Iontoforese para Hiperidrose

suor-excessivo A Iontoforese foi introduzida faz mais de cinquenta anos como um tratamento para Hiperidrose. Seu mecanismo de ação exato ainda não é claro, embora possivelmente funcione bloqueando provisoriamente o duto do suor. O procedimento usa água para dirigir uma corrente elétrica para a pele muitas vezes semanalmente, em torno de 10-20 minutos por sessão, acompanhado de um programa de preservação de tratamentos de uma a três semanas, conforme a resposta do paciente. Os tratamentos com iontoforese não são dolorosos.

Drogas orais para transpiração abusiva

Os remédios anticolinérgicos orais não são habitualmente usados para Hiperidrose, pois, para trabalhar, eles no geral produzem efeitos colaterais como boca seca, visão fosca e retenção urinária. A medicação oral é em geral designada para pessoas que efetuaram outros medicamentos sem sucesso.

Botox e transpiração excessiva

A toxina botulínica A (Botox), uma toxina do nervo que é capaz de neutralizar provisoriamente o músculo, é frequentemente empregada como um tratamento cosmético para rugas. Porém, na verdade, tem sido praticada em diversas áreas da medicina, como no tratamento de espasmos musculares e certos tipos de dores de cabeça. O último nicho médico é o tratamento da Hiperidrose das axilas.
Uma pequena porção de Botox é aplicada com uma agulha muito fina em praticamente 25 pontos de cada axila. Isso pode produzir até quatorze meses de desafogo do suor. As injeções são desconfortáveis, entretanto o emprego de uma agulha de injeção muito pequena torna-as toleráveis.

Lasers contra o excesso de transpiração

Lasers podem focar o calor num estreito feixe para destruir as glândulas sudoríparas e é capaz de ser realizados com uma recuperação mais rápida.

Procedimento cirúrgico para Hiperidrose

A simpatectomia torácica é a paralisação cirúrgica dos nervos simpáticos acarretadores da sudorese. A simpatectomia é uma cirurgia destinada a destruir parte do fornecimento nervoso das glândulas do suor na pele. O cirurgião insere um dispositivo endoscópico especial no peito em torno de duas costelas logo abaixo das axilas. A simpatectomia apesar de eficaz é delicada. Mesmo com técnicas endoscópicas mais recentes, as complicações podem incluir transpiração em excesso em outros locais do corpo e problemas nos pulmões e nervos. Muitas dessas complicações são graves e irreversíveis. Essa alternativa raramente é utilizada, somente como última opção.

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